5 lições do dia a dia sobre a onicomicose

1. Fungo gosta de três coisas: calor, umidade e escuro – tudo que seu sapato fechado tem. Liberte seus pés! Use meia de algodão e sempre que der tire os pés do calçado.

2. Fungo passa de um para o outro: não use sapato de ninguém com micose e use chinelo para tomar banho em banheiros públicos.

3. Fungo não gosta de meio acidifico – preserve o pH natural da pele (que é ácido): lave seu pé com sabonete com pH acidificado; deixe seu pé de molho na água com vinagre por uns minutinhos; coloque algodão com vinagre 5% sobre as unhas por 10 minutos. Essas medidas servem para tratar a micose, e as duas primeiras uma beleza para prevenção de quem não tem. Hidratar os pés também.

4. Fungo descola as unhas (onicólise): se não cortar fica espaço vazio e acumula sujeira, massinha de esfarelamento da unha e fica com mal cheiro. O melhor a fazer é remover, mesmo que fique disforme.

5. O fungo é teimoso e resistente, mas tem cura: com investimento no cuidado, persistência e auxílio profissional.


O melhor tratamento é com o LASER para fazer a terapia fotodinâmica.

Esse tratamento não tem efeito adverso, mas precisa ser feito por profissional treinado.


Se você está com onicomicose, procure um profissional enfermeiro atuante em Podiatria Clínica.

Aproveite as dicas.

Dra Beatriz F Alves Yamada Estomaterapeuta – COREN 49.517

WhatsAap Bussiness: 11 99609 4381

Rede PodiatriaCare (Enfermeiros afiliados)


A Podiatria nas mãos – correção de distrofias

Há muitas pessoas com alterações na configuração anatômica das unhas. Unhas em formato de telhas, funil, caracol, ganchos etc acabam por desenvolver à onicocriptose (unha encravada). É mais comum nas unhas dos pés, mas acontece nas das mãos também. Essas distrofias causam incômodo e comprometimento da saúde e beleza da lâmina ungueal.

Somente quando aparecem esses casos é que vemos que o nome Podiatria ou Podologia deixa de contemplar as mãos. E faz até as pessoas perguntarem se tratamos unhas das mãos. Sim, tratamos. Isso é algo a se pensar em os termos. Nesse ponto, a dermatologia é mais definida porque abrange a pele e seus anexos.

Quero compartilhar uma experiência que tive no ano passado. Meu desafio era ajudar uma mulher – de 67 anos – a corrigir sua unha do dedo médio da mão esquerda que estava com onicocriptose e afunilada. Vide fotos abaixo.

Não entrarei em maiores detalhes da história clínica da cliente. Mas ela tem artrose e esse dedo estava também afetado. Já havia buscado ajuda profissional, e sua ‘prescrição’ era para remover a unha (SIC), e obviamente ela não aceitou.

Além da dor da artrose e da onicocriptose, havia também a micose, e isso era um impedimento para colocar órteses. Foi preciso primeiro tratar a micose com terapia fotodinâmica e outras medidas de cuidados. E, enquanto isso, para abertura da unha usamos anteparos bem finos, feitos com algodão e aderidos com adesivo de cianocrilato, e, também, afastadores da prega ungueal com fita microporosa (essa era uma tarefa de casa para ela). Inicialmente as sessões foram semanais, mas depois quinzenais. Embora com quebra de regularidade por impossibilidades pessoais.

Esse foi um tratamento feito a quatro mãos, porque houve completa adesão a todos os cuidados em casa. E acredito que foi essa parceria que nos possibilitou ganhar essa causa juntas. Fotos abaixo.

Agradeço a cliente por autorizar publicar as fotos. Assim, ela e eu permitiremos que outras pessoas verifiquem que é possível corrigir unhas distróficas das mãos com os recursos que se usam nas dos pés. Foram 23 atendimentos durante nove meses para ficar plenamente normalizada. Foi preciso adotar a paciência de Jó, pois é com essa que se consegue obter resultados positivos e receber alta. Nesse caso, sem fungos, sem distrofias e sem precisar arrancar a unha.

 


Nada melhor que poder ajudar alguém na recuperação da saúde.


Nada mais terapêutico que podiatria.


Enfa Dra Beatriz F Alves Yamada
Estomaterapeuta
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